terça-feira, 8 de maio de 2018

Clube Indica (ou não): ANON

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Fala, galera! Hoje vim falar de Anon, um novo filme da Netflix, que apesar de não ser tão especial assim, consegue prender o telespectador até o final.

Com a direção de Andrew Nicool (Gattaca: A Experiência Genética, O Senhor das Armas, O Preço do Amanhã), o que poderia ter sido um excelente filme futurista, acaba sendo mais um entre tantos que já tentaram alcançar o topo e acabaram não conseguindo.



A trama se passa num futuro onde a privacidade não existe mais, o anonimato é impossível e o governo sabe absolutamente tudo que a população faz; ou seja, não é um futuro tão distante assim. O que diferencia é a tecnologia avançada que possibilita tudo isso.



Anon narra a história do detetive Sal Frieland (Clive Owen) que se depara com um caso inusitado, assassinatos ocorrendo onde não é possível saber quem está por trás das mortes. Nessa busca pela verdade, ele acaba topando com uma mulher misteriosa (Amanda Seyfried) que consegue algo até então impossível, se manter anônima em um mundo que até então se acreditava ser impossível tal proeza. A partir daí, a história começa a se desenrolar e conduzir a um final satisfatório.



Apesar do enredo ser atraente aos olhos de quem gosta de filmes nesse estilo, infelizmente falta uma consistência no roteiro, havendo várias falhas e cenas desnecessárias, como nudez gratuita e que não acrescenta em nada. Além disso, a meu ver, não foi explorado devidamente o ambiente e a atuação dos atores chega a ser mediana.

Apesar de ser uma temática que me agrada e ter me prendido até o final, o longa deixa sim a desejar, mas consegue entreter ao mesmo tempo. Se você gosta de filmes assim e curte aquele suspense básico, é uma boa pedida.

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